quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O que escrever ao ver o tempo passar?

Não há nada que se possa escrever enquanto o tempo passa.
Na realidade ele não para, como dizia "Cazuza",
É necessário olhar para trás para perceber que tudo evolui.


Esta semana ouvi uma notícia que o relógio mais famoso do mundo, o Big Ben pode estar inclinando como a Torre de Pisa, sim ele, o mesmo que marca os primeiros minutos de cada ano ocidental, está se curvando.
O tempo passa para todos! Foram encontradas rachaduras nas paredes do prédio do Parlamento, que podem ser consequência de subsidência causada por obras recentes.
 

Mas o tempo está do seu lado, pois a torre do Big Ben não inclinará tanto quanto a de Pisa por pelo menos 10.000 anos. 
 

Engenhereiros e arquitetos especialistas que analisaram as estruturas do monumento  afirmam que não haverá riscos nem danos para o relógio.



Assim é nossa vida, como velas acesas, queimando nossos anos, a nossa juventude sendo levada pelo tempo, por minutos de reflexão, puro aprendizado, erros e acertos fazem parte, em muitos momentos alegres ou não.

Como o famoso Big Ben, nossa história segue...
Na direção de mais um ano que se inicia...
Aproveitem as oportunidades, pois elas podem ser raras...


sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012 !!!


Viajar traz um conhecimento que os anos não apagam...


Aproveito para desejar aos meus amigos e visitantes um ano novo com menos problemas mais planos, muitos sonhos, 
muitas realizações 
e entre elas... 
muitas viagens !!!


Feliz Ano Novo a todos !



quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Um passeio em Londres!





Apesar de não morar nas redondezas desta obra da arquitetura, desta ponte maravilhosa, o local é para mim um dos lugares mais especiais em Londres. 
Nos meus "days off", esta área da cidade era a minha preferida. 
Eu atravessava Londres  de onibus, pois esta é a indicação, para passear pela cidade.








O Metrô é rápido, é  dá acesso a todos os pontos turísticos de Londres, porém nada melhor do que a vista de dentro de um tradicional..."London red bus".


Eu morava em "Westside" próximo a Notting Hill, (aquele bairro do filme) e também a Portobello Market. 


Vale lembrar que Caetano Veloso, cantou Portobello Road em uma de suas canções em época de exílio. 

Me lembro de dias de folga em que eu me programava para passeios àquela região. 




 


Pelas janelas do ônibus, víamos o enorme Hyde Park,(a direita) e aos domingos a tradicional feirinha de artes, quadros, pinturas e artesanatos expostos por artistas e comerciantes de toda parte.








Seguindo pela conhecida Bayswater, também carinhosamente chamada por  "Brasilwater"  por nós brasileiros que residíamos ali, chegamos a  Marble Arch, ou Hyde Park's Speakers' Corner.

Marble Arch é um 
monumento em mármore de Carrara Branco na junção de Oxford Street, Park Lane, e Edgware Road, Speakers Corner quase em frente a estação de metro do mesmo nome.



Segundo uma regulamentação de 1872 do Park, foi confirmado aqui o direito de qualquer pessoa falar o que quiser, contra ou favor de qualquer assunto. O ponto mais democrático da cidade! Interessante!


Continuando o trajeto, entramos em uma das mais comerciais ruas de Londres,  A Oxford Street, e seu movimento fantástico de pessoas num entra e sai de lojas e grandes  magazines. O trânsito pesado de ônibus e taxis dão um colorido todo peculiar.
Comprei muito música boa na maior loja de discos de Londres. A HMV que fica próxima à estação de Oxford Circus é a melhor, mas também não deixe de dar um passadinha na outra loja da Oxford Street, junto à estação Bond Street.
Elas sempre podem render boas aquisições.


Neste mesmo cenário ativo e movimentado, passamos por Bond Street, mais uma rua comercial no West End de Londres, que corre de norte a sul através de Mayfair entre Oxford Street e Picadilly. Tem sido uma rua de comércio da moda desde o século XVIII e é atualmente o espaço de moda de alto preço. Só para completar, o trecho sul é conhecida com Old Bond Street, e a parte norte, é conhecida como New Bond Street. Esta distinção não é usada no dia a dia entretanto, a rua é um dos pontos imobiliários mais caros do mundo.


O caminho para Picadilly Circus é descer a Regent Street, de curiosa arquitetura em curva.
Elegante com suas lojas finas!

Ao final, encontramos a tão conhecida e falada Picafilly Circus, fotografada por muitos, com seus luminosos enormes, em meio a sua arquitetura neo- clássica de seus edifícios.



Piccadilly Circus é mais uma famosa praça de Londres, onde se cruzam as seguintes ruas: Regent's Street, Shaftesbury Avenue, Piccadilly (a rua que liga Piccadilly Circus a Hyde Park) e Haymarket,  e é uma das zonas mais movimentadas da capital britânica.

Durante os anos sessenta do século XX era um dos centros da Londres moderna.




São famosos os "outdoors" localizados em um prédio de esquina de Picadilly, neles, os anúncios da TDK, Sanyo, McDonalds, Coca Cola, Samsung e Foster's (Nescafé, posteriormente), já batem ponto a décadas.



A área é rodeada de várias atrações turísticas, incluindo a estátua de Eros, ponto de encontro de muitas pessoas que vão aos bares e teatros do West End londrino, incluindo o "Criterion Theatre" localizado, Leicester Square (a cinco minutos de distância) e várias outras lojas.







Desta praça, podia optar por passar pelo Soho, ou descer a Trafalgar Square,  que nesta foto, mostra a National Gallery ao fundo e eu me lembro bem, que era daqui, que partiam os onibus noturnos para a maioria dos bairros quando o Metrô já estava fechado. 




Trafalgar Square é um marco no centro de Londres apreciado pelos londrinos e todos os visitantes. 
É um lugar animado, muitas vezes utilizado para uma ampla gama de atividades, incluindo: eventos especiais e celebrações como o casamento real, as Olimpíadas Year One to Go, Dia de São Patrício e Ano Novo chinês; filmagem e fotografia; e comícios e manifestações.


Trafalgar Square celebra a vitória britânica do Capitão Nelson, na famosa batalha do mesmo nome contra o "alucinado" Napoleão Bonaparte. É nesta grande praça que eu, entre tantos londrinos, (apesar do frio) comemorava a entrada do Ano Novo ocidental, afinal, podíamos ouvir e ver o Big Ben tocar ao fundo as primeiras e últimas badaladas do ano. Foi uma época mágica e muito linda que vivi.



Deste ponto, normalmente eu parava para umas andanças, e um bom "pint of Guinness" num Pub da região. Próximo a Trafalgar eu gostava de ir ao Sherlock Holmes Pub (Public House). 







A principal atração, porém, é uma réplica de Holmes e Watson na sala de estar e de estudo, que se relacionam com Sherlock Holmes e suas escapadas emocionantes. Esta sala é dado um lugar de destaque ao lado do restaurante, onde os clientes são capazes de ver toda a área através de uma divisória de vidro grande, com espaço de visualização adicional através das janelas localizadas no corredor.






Os itens de exposição não mudaram desde que foram instalados, e agora são complementados por uma interessante coleção de fotografias da nostálgica televisão e cinema, com os atores famosos que têm desempenhado o grande detetive e seu ajudante de confiança, "meu caro Watson", ao longo dos anos.




Não é só eu que gosto de andar por aqui de tempos em tempos. Nossas atrizes parecem estar bem a vontade nas ruas de Londres!



Meu passeio segue em direção a Charing Cross, frequentemente considerada o verdadeiro centro de Londres, e usada como marco referencial a partir da qual todas as distâncias da cidade são medidas. Recebeu o seu nome de uma cruz situada no local e já demolida há muito tempo, a cruz de Eleanor, onde hoje se ergue uma estátua do rei Charles I montado num cavalo - localizada na época no antigo vilarejo de Charing. Desde a segunda metade do século VIII, Charing Cross é considerada um dos pontos centrais de Londres.




Um pouco mais adiante, chega-se a Convent Gardens, um antigo convento  em que os padres locais, em busca de auxílio as suas próprias caridades, comercializavam seus legumes e verduras  para uma população carente. Atualmente, este espaço está aberto a diversa culinária internacional, distribuida em bares, restaurantes e quiosques peculiares, sendo frequentada por turistas entre tantos artistas de rua.



Mais um espaço fantástico da cidade! 

Nunca imaginei que seria tão dificil descrever um dia de passeio em Londres, que para mim era algo tão comum e simples.

Após todo esse tempo, percebo que tudo o que eu vivilá, era e foi uma grande experiência que eu gostaria que todos um dia pudessem ter!

Saindo de Convent Gardens, sigo meu passeio de ônibus pela cidade. Um pouco mais adiante, entramos na "City" onde mora o poder invisível da cidade. Diziam que para a rainha passar por aqui, precisava pedir autorização ao prefeito. Eu particularmente, acredito, com tantas formalidades britânicas!



O Centro financeiro de Londres, é também o centro do mundo!



O "hub" é mais um hub do que qualquer um poderia imaginar, eu o comparo a uma base de operações que tem ligações para locais  exóticos ao redor do mundo.





Uma verdadeira rede subterrânea , vestida com sistema de transportes e tecnologia de comunicações que seria reconhecido como ficção científica. Rica!

Nesta foto, podemos ver também a ponte de Waterloo, lembrando que houve um grande incêndio em Londres que queimou uma grande parte da cidade. 


A maior catástrofe da capital inglesa, tendo destruído as partes centrais da cidade de 2 a 5 de setembro de 1666. Destruiu mais de 13.000 casas, 87 igrejas, a Catedral de St. Paul e 44 prédios públicos. Entretanto, acredita-se que poucas pessoas morreram. Os registros da época computaram um total de 100 mil desabrigados e nove óbitos. Mas pesquisas atuais afirmam que milhares de pessoas podem ter morrido, já que pessoas mais pobres e da classe média não eram registradas.



Você poderia imaginar a majestosa Catedral de Saint Paul devastada pelo fogo? 

Hoje em dia ao passarmos por aqui, podemos viajar no passado se lembrarmos quantos fiéis ao longo dos tempos puderam compartilhar sua fé, ou mesmo, fazer suas orações nesta igreja. 


Imaginem quantas pessoas entraram aqui!



Me recordo que o mundo parou na frente da TV em 29 de julho de 1981 para assistir ao vivo à transmissão do casamento de Lady Diana Spencer e Príncipe Charles na Catedral de Saint Paul, em Londres.





Na igreja, um total de 2.500 pessoas a companhavam a cerimônia e mais de 500 mil súditos fizeram plantão pelas ruas da capital inglesa para assistis à passagem do casal.
Conhecer estes pontos em apenas um dia de passeio traz a nítida sensação que não vivemos nada ainda...




Dentro do tradicional Red Bus, prossigo meu passeio sonhando as histórias que já foram vivenciadas na cidade. 


Um pouco mais adiante e na foto abaixo, lembro do Monumento projetado por Sir Christopher Wren que foi construído em homenagem às vítimas do Grande Incêndio de Londres, em 1666.


O incêndio durou 3 dias e devastou mais de 430 acres de Londres.


Cerca de 100 mil pessoas ficaram desabrigadas, muitas das quais foram a falência e se tornaram indigentes.
The Monument, tem 61 metros de altura e está a 61 metros a oeste do local onde o incêndio começou, em "Pudding Lane" nas instalações de Thomas Farriner, padeiro do Rei Charles II.


Foi construído entre 1671 e 1677, e sua varanda é alcançada por uma escada espiral de 311 degraus.




Estamos chegando perto da Tower of London (Torre de Londres) , que é talvez a mais bonita ex-prisão do mundo. A grande fortaleza à beira-rio é associada frequentemente a uma prisão, mas tem também um passado glorioso. Destaca-se  a White Tower (Torre Branca), construída em 1097 e tem 30 metros de altura e 5 de espessura. Dentro do edifício, não perca também a The Bloody Tower (Torre Sangrenta), a Capela de São João Evangelista e a Tower Green. 




A Tower of London é guardada por 36 Yeoman Warders, antigos oficiais militares com medalhas de longo serviço e boa conduta, vivem na Torre e usam uniformes do tempo dos Tudor. A Tower of London tem 6 corvos residentes e diz-se que quando os corvos abandonarem a Torre, esta cairá, assim como a monarquia. 
Antes que isso possa acontecer é hora de procurar conhecer a cidade .


Vou continuar meu passeio...fazendo umas caminhadas na região. 


Aqui, chegamos a "Tower Bridge" uma ponte levadiça erguida sobre o rio "Thames", inaugurada em 1894. Foi necessário construí-la devido ao crescimento demográfico que se deu no final do século XIX em Londres. Foi construída abaixo da London Bridge, que não poderia ser fixa, pois impediria o tráfego fluvial. Na altura era a maior ponte levadiça do mundo, erguida 47 metros acima do rio. 




Esta ponte possuía um sistema hidráulico cuja força era proporcionada por enormes motores movidos a vapor.
Atualmente, a "Tower Bridge" está aberta ao público, com visitas guiadas às salas dos motores a vapor, onde ainda podem ser vistos os mecanismos hidráulicos originais. 






Tenho que lembrar do HMS Belfast, ancorado permanentemente ao lado da ponte é um navio Museu, mas originalmente um "Royal Navy Cruiser" Um dos navios mais importantes da marinha  britânica. Este, mostra como era viver e trabalhar a bordo de um navio de guerra. Nove decks de passado marítimo incrível, onde os marinheiros corriam apressados de cima para baixo e vice e versa em batalhas históricas. 
Sempre muita coisa para ver!




Eu não posso deixar de mencionar com  o meu carinho este lado da cidade...
St. Katharine's Dock é o meu lugar favorito e é aqui que encontro o meu Pub  preferido  " The Dickens Inn" no coração das Docas, que era antigamente o centro do Porto de Londres. O Bar mantém a história desta área, sendo originalmente um armazém de especiarias que data do século XVIII.


Ele foi descrito por um crítico como:


" O ponto mais atmosférico em toda Londres"




Eu preciso realmente concordar, pois era nesta parte da cidade que eu me identificava mais...


No final do dia de passeio era a hora de uma boa cerveja, um bom bate papo com amigos, um momento especial de lazer...


























A vida não é senão uma continua sucessão de oportunidades para sobreviver. 
Gabriel Garcia Marques.
e Confúcio diz:
"Há três métodos para ganhar sabedoria:
primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; 
segundo, por imitação, que é o mais fácil;
e terceiro, por experiência, que é o mais amargo."





segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Parques aquáticos podem ser perigosos!


Adorei!


Este pode ser um alerta aqueles que vão curtir um bom parque aquático, destes vários que temos no Brasil... Não desça sem olhar o que vai encontrar lá embaixo...
Pode ser perigoso...


Aproveitem o passeio!


Lembre-se dos riscos que poderás correr !!!


Boa viagem!




Não sei o que é mais perigoso, o nariz ou o "snorkel"!



sábado, 27 de agosto de 2011

Viajar sempre...BARCELONA y Gaudi,

Lembrar de Barcelona, é muito fácil!


Como não lembrar da Sagrada Família de Gaudi?


A Catedral Católica Romana ainda está em construção, em Barcelona. O trabalho sobre a Catedral começou em 1882 e Antoni Gaudi trabalhou na obra durante 40 anos, dos quais 15 dedicou-se exclusivamente a ela, até a sua morte em 1926. Quando perguntado sobre o prazo de seu projeto, agora programado para 2026, disse Gaudi: - "Meu cliente não tem pressa" 



A segunda maior cidade da Espanha, tem um encanto especial ao Nordeste do país e realmente contém imensas belezas que te proporcionarão uma sensação agradabilíssima.

Esqueça-se do tempo e das preocupações do seu dia-a-dia enquanto você curte a beleza da  cidade e sua gente receptiva e alegre.

Certamente será uma lembrança inesquecível!

Claro que "não" vim aqui simplesmente para falar desta maravilhosa e interminável obra, e sim, para lembrar dos poucos dias que passei em Barcelona. Foi uma das primeiras cidades que visitei na Espanha, e não poderia ser diferente.

Viveria em Barcelona, sem sombra de dúvidas! Uma cidade moderna e ao mesmo tempo, guardiã de seus costumes e culturas catalã. 

A cultura da Catalunha é realmente o conjunto de todo o conhecimento que os catalães possuem como fruto de sua literatura e história, de sua ciência e senso comum etc...





No entanto, para se compreender toda essa efervescência, é necessário que se estude a realidade cultural, econômica, histórica, política e social vivida por catalães, valencianos, baleares, aragoneses-catalães, norte-catalães, andorranos e algueireiros. 












Las Ramblas são uma séries de pequenas ruas que se juntam. Las Ramblas de Barcelona têm ao todo 1km e 200 metros e liga a Praça Catalunha ao porto da cidade.


Local de grande comércio e bares, onde em sua maioria é visitada e frequentada por turistas de todos os cantos do planeta. Foi nesta região que me hospedei, e curti parte da minha estadia na cidade.



Parc Guell é um paraíso selvagem e colorido de um parque localizado em uma colina no bairro de Gràcia de Barcelona. Antoni Gaudi desenhou esta atração popular de 1900 a 1914, inicialmente como um conjunto habitacional de ricos, encomendado pelo seu benfeitor Conde Eusebi Guell.





Por sorte, eu conhecia um amigo espanhol do Brasil, e que naquele momento estava visitando sua família em Vic, uma cidade próxima a capital catalã. 

Encontrou-se comigo em Barcelona e me apresentou a cidade com os olhos de um espanhol. Nada melhor, do que um bom amigo para falar com amor natural de quem nasceu no país.
Alguém que conhece muito bem sua região e costumes, só poderia me fazer amar ainda mais  Barcelona.
Poderia descrever muitos pontos turísticos e interessantes, mas não seria o meu propósito principal. 

Após visitarmos alguns destes pontos mais bonitos da cidade, viajei com meu amigo para a sua cidade natal. 










Vic é uma cidadezinha do interior da catalunha, que me surpreendeu. Com uma história muito antiga e rica. 

Construída sobre as ruínas de uma estrutura do século XI o templo erguido neste século, tem apenas a cripta conservada. Este templo fundado por Abad Oliba em 1038 ainda tem a sua torre sineira românica. Uma cruz de pedra grande que se abre em duas absides em cada asa, e uma só nave. O presente trabalho já remonta ao século XVIII e é neoclássico.


Naturalmente conheci muita gente e novas amizades, pois tínhamos duas "motorcicletas" para percorrer a pequena cidade e os arredores percebendo que além de conhecer a família deste meu amigo, pude conversar com senhores conservadores que mal falavam o espanhol, apenas o catalão, e não era uma realidade apenas de sua família, aliás, na grande maioria da população mais antiga só usava o catalão para se expressar. Neste momento, me dei conta da grandiosidade de nosso planeta e nossa civilização.

A tots els meus amics de Catalunya, gràcies!




"Não se deve fazer monumentos aos artistas porque eles já o fizeram com suas obras..."


(Antoni Gaudi y Cornet)

Família em 2004

Família em 2004
Almoço do dia das Mães

World Clocks

Um lugar chamado Park

Um lugar chamado Park